O primeiro levantamento da Emater sobre a intenção de plantio de milho no Estado para a safra 2007/08 aponta que o estado deverá ter nesta safra mais de 1,4 milhão de hectares plantados com milho. Isto representa um aumento de 3,95% em relação à safra passada, quando foram cultivados mais de 1,3 milhão de hectares, segundo o IBGE.
Para o presidente da Emater, Mário Augusto Ribas do Nascimento, aumentar ou reduzir a área é decisão de quem produz. Ele ressalta, porém, que o volume total de milho que deverá ser colhido é produto da área cultivada e o rendimento, influenciado pelo comportamento do clima. "Isso explica a possibilidade de o estado crescer em área a ser cultivada e projetarmos produção inferior à safra passada", deduz Nascimento, ao destacar que a Emater tem como critério projetar rendimentos com base nas médias das últimas safras, adicionando ganhos obtidos anualmente pelo aporte de tecnologias pelos agricultores.
O Levantamento de intenção de plantio de milho foi realizado em 346 escritórios municipais da Emater, que perfazem 82% do provável universo a ser cultivado. Levando-se em conta o histórico da cultura nos últimos anos e a atual conjuntura (inclusive climática), a Emater considera uma produtividade inicial de 3.757 kg/ha como média em âmbito estadual, projetando uma produção total de 5,333 milhões de toneladas, o que significa uma redução de 11% em relação ao ano passado (5,991 milhões de toneladas). A Emater deverá reavaliar novamente a área em dezembro, quando o plantio poderá estar encerrado na maioria das regiões.
Mostrando postagens com marcador Agronegocio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Agronegocio. Mostrar todas as postagens
sábado, 13 de outubro de 2007
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Incremento no processamento de oleaginosas
Segundo a publicação alemã Oil World, o processamento mundial de oleaginosas deverá totalizar 350,21 milhões de toneladas no ano comercial outubro/07 e setembro/08, 4,4% acima do volume processado na temporada anterior. Do total previsto, 260,23 milhões de toneladas, ou 74,3% são de grão de soja e colza (211,3 milhões e 48,93 milhões de toneladas respectivamente). As projeções levam em conta o incremento na demanda da indústria alimentícia e do setor energético (especialmente na fabricação de biodíesel - como é o caso dos Estados Unidos, Argentina, Brasil, Indonésia e França).
Brasil deve aumentar produção na safra 2007/08
O primeiro levantamento de safra para o período 2007/08, realizado pela Conab, foi divulgado nesta última quinta-feira (04/10). Segundo a Companhia, a produção brasileira de grãos deverá ficar entre 134,89 milhões e 138,32 milhões de toneladas, oriundos de uma área entre 46,7 milhões e 47,7 milhões de hectares. Em termos de volume produzido o incremento deverá ser entre 3,37 milhões e 6,8 milhões de toneladas em relação à safra 2006/07 quando foram produzidos 131,52 milhões de toneladas.
Para a área, o incremento deverá ser entre 530.000 e 1,5 milhão de hectares ante 46,15 milhões de hectares cultivados na temporada passada. Em termos percentuais, os incrementos serão maiores na produção do que na área plantada, demonstrando a expectativa de aumento da produtividade dos cultivos. Há que se considerar, no entanto, que se trata de um primeiro levantamento, e o mesmo leva em conta, para algumas culturas, números médios de produtividade das ultimas cinco safras.
Além disso, para culturas que ainda serão plantadas no próximo ano foram levados em consideração informações dos volumes produzidos na safra 2006/07.
Fonte: Ceema
Brasil deve aumentar produção na safra 2007/08
O primeiro levantamento de safra para o período 2007/08, realizado pela Conab, foi divulgado nesta última quinta-feira (04/10). Segundo a Companhia, a produção brasileira de grãos deverá ficar entre 134,89 milhões e 138,32 milhões de toneladas, oriundos de uma área entre 46,7 milhões e 47,7 milhões de hectares. Em termos de volume produzido o incremento deverá ser entre 3,37 milhões e 6,8 milhões de toneladas em relação à safra 2006/07 quando foram produzidos 131,52 milhões de toneladas.
Para a área, o incremento deverá ser entre 530.000 e 1,5 milhão de hectares ante 46,15 milhões de hectares cultivados na temporada passada. Em termos percentuais, os incrementos serão maiores na produção do que na área plantada, demonstrando a expectativa de aumento da produtividade dos cultivos. Há que se considerar, no entanto, que se trata de um primeiro levantamento, e o mesmo leva em conta, para algumas culturas, números médios de produtividade das ultimas cinco safras.
Além disso, para culturas que ainda serão plantadas no próximo ano foram levados em consideração informações dos volumes produzidos na safra 2006/07.
Fonte: Ceema
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Cooperativa gaúcha é referência Internacional
A experiência e a atuação da Cooperativa Agropecuária Alto Uruguai (Cotrimaio), em Três de Maio, no noroeste gaúcho, na agricultura familiar vão servir de referência para cooperativas e entidades ligadas ao setor em paises da América Latina, revelou Silceu Roque Dalberto, gerente de marketing da cooperativa. As experiências bem sucedidas da cooperativa três-maiense foram apresentadas por Dalberto para lideranças de cinco paises latino-americanos reunidos em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.
Dalberto revelou que duas comitivas de técnicos e produtores vindas da Bolívia e da Venezuela devem visitar as instalações da cooperativa para conhecer os programas de produção orgânica desenvolvidos desde 1989 e os programas de plantio convencional. Além disso, a organização do quadro social, os programas sociais como a capacitação de mulheres e a inclusão digital dos agricultores também devem servir de referência. O modelo de secagem dos armazéns utilizado pela Cotrimaio, considerado um dos mais avançados do continente, também será conhecido. “Sempre tivemos o compromisso de inovar. Esse reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo”, avalia Dalberto.
O interesse dos estrangeiros em conhecer as instalações da Cotrimaio é para buscar formas de melhorar a atuação das cooperativas na agricultura familiar dos dois países. As delegações pretendem conhecer melhor alguns dos processos utilizados e os principais programas desenvolvidos pela cooperativa. “Estamos bem à frente dos demais paises latinos em muitos aspectos. Isso se deve ao nosso compromisso de buscar sempre o melhor para o nosso associado”, comemora o gerente de marketing da Cotrimaio, única cooperativa brasileira a participar do terceiro Encontro Internacional de Pequenos Produtores da Agricultura Familiar do Mercosul.
A participação da cooperativa três-maiense foi viabilizada através de convite da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf), que representa o Brasil nas discussões de medidas para o setor na América Latina. Conforme Dalberto, a Cotrimaio foi escolhida por ser uma cooperativa que tem sua história e atuação voltada à agricultura familiar. Cerca de 96% dos associados da Cotrimaio são proprietários de áreas menores a 50 hectares de terra.
Dalberto revelou que duas comitivas de técnicos e produtores vindas da Bolívia e da Venezuela devem visitar as instalações da cooperativa para conhecer os programas de produção orgânica desenvolvidos desde 1989 e os programas de plantio convencional. Além disso, a organização do quadro social, os programas sociais como a capacitação de mulheres e a inclusão digital dos agricultores também devem servir de referência. O modelo de secagem dos armazéns utilizado pela Cotrimaio, considerado um dos mais avançados do continente, também será conhecido. “Sempre tivemos o compromisso de inovar. Esse reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo”, avalia Dalberto.
O interesse dos estrangeiros em conhecer as instalações da Cotrimaio é para buscar formas de melhorar a atuação das cooperativas na agricultura familiar dos dois países. As delegações pretendem conhecer melhor alguns dos processos utilizados e os principais programas desenvolvidos pela cooperativa. “Estamos bem à frente dos demais paises latinos em muitos aspectos. Isso se deve ao nosso compromisso de buscar sempre o melhor para o nosso associado”, comemora o gerente de marketing da Cotrimaio, única cooperativa brasileira a participar do terceiro Encontro Internacional de Pequenos Produtores da Agricultura Familiar do Mercosul.
A participação da cooperativa três-maiense foi viabilizada através de convite da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf), que representa o Brasil nas discussões de medidas para o setor na América Latina. Conforme Dalberto, a Cotrimaio foi escolhida por ser uma cooperativa que tem sua história e atuação voltada à agricultura familiar. Cerca de 96% dos associados da Cotrimaio são proprietários de áreas menores a 50 hectares de terra.
Setor debate criação de selo internacional
Entidades ligadas a agricultura familiar de cinco paises da América Latina estiveram reunidos em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para discutir medidas internacionais para o setor. O 3º Encontro Internacional de Pequenos Produtores da Agricultura Familiar do Mercosul, realizado nos dia 18, 19 e 20, reuniu entidades da Argentina, do Brasil, da Bolívia, do Paraguai, do Uruguai e da Venezuela.
Um dos principais assuntos do encontro foi à criação de um selo para os produtos provenientes da agricultura familiar. A idéia é criar um selo internacional de qualidade para a soja produzida pelos pequenos agricultores. Esse selo funcionaria como um certificado que visa garantir ao produtor um tratamento diferenciado no sentido de obter um melhor preço pelo produto. A medida seria uma forma que garantir que o pequeno produtor possa continuar produzindo mesmo com a concorrência da produção em grande escala. Por outro lado incentivar a produção da soja com o menor consumo possível de agrotóxico.
Para o gerente de marketing da Cotrimaio Silceu Roque Dalberto que participou do evento esse medida seria uma forma de beneficiar aquele que produz de forma responsável e sustentável. “A idéia é contribuir para que o agricultor familiar continue produzindo”, aponta. Dalberto acredita que pagar um melhor preço para a soja da agricultura familiar não vai refletir no produto final na indústria. “O percentual de soja da agricultura familiar na indústria é pequena se comparada a proveniente das grandes lavouras”, explica Dalberto.
Pela proposta discutida pelos paises o selo seria conferido o mediante a cumprimento de alguns requisitos como: reservar área para o reflorestamento na propriedade; produzir de forma diversificada, produzindo suínos, aves, vaca de leite; e cultivar a agricultura de subsistência. O objetivo é fazer com que a propriedade seja auto sustentável, ou seja, produza tudo o que consome.
Para segunda quinzena do mês de setembro está agendado um encontro na Venezuela com as lideranças do Mercosul para aprofundar o debate sobre o assunto. Neste encontro cada país vai apresentar as medidas interna que devem ser adotadas, as mudanças legais quando necessárias, entre outros aspectos para viabilizar o selo. No Brasil uma alternativa seria comercializar com o selo de orgânicos.
A Cotrimaio cultiva hoje soja em três modalidades: a soja orgânica, a não-transgênica e a transgênica. Seguindo uma tendência mundial vai incentivar agora a produção de uma quarta modalidade do produto. A soja responsável que surge com força no Brasil. Dalberto explica que essa modalidade pode ser cultivada a partir de qualquer uma das outras modalidades, desde que a propriedade em que é produzida, cultive outros produtos e faça o reflorestamento. “Essa soja responsável já é de alguma forma incentiva por nós (Cotrimaio), quando orientamos o produtor para que ele produza de forma diversificada”, conta Dalberto.
Um dos principais assuntos do encontro foi à criação de um selo para os produtos provenientes da agricultura familiar. A idéia é criar um selo internacional de qualidade para a soja produzida pelos pequenos agricultores. Esse selo funcionaria como um certificado que visa garantir ao produtor um tratamento diferenciado no sentido de obter um melhor preço pelo produto. A medida seria uma forma que garantir que o pequeno produtor possa continuar produzindo mesmo com a concorrência da produção em grande escala. Por outro lado incentivar a produção da soja com o menor consumo possível de agrotóxico.
Para o gerente de marketing da Cotrimaio Silceu Roque Dalberto que participou do evento esse medida seria uma forma de beneficiar aquele que produz de forma responsável e sustentável. “A idéia é contribuir para que o agricultor familiar continue produzindo”, aponta. Dalberto acredita que pagar um melhor preço para a soja da agricultura familiar não vai refletir no produto final na indústria. “O percentual de soja da agricultura familiar na indústria é pequena se comparada a proveniente das grandes lavouras”, explica Dalberto.
Pela proposta discutida pelos paises o selo seria conferido o mediante a cumprimento de alguns requisitos como: reservar área para o reflorestamento na propriedade; produzir de forma diversificada, produzindo suínos, aves, vaca de leite; e cultivar a agricultura de subsistência. O objetivo é fazer com que a propriedade seja auto sustentável, ou seja, produza tudo o que consome.
Para segunda quinzena do mês de setembro está agendado um encontro na Venezuela com as lideranças do Mercosul para aprofundar o debate sobre o assunto. Neste encontro cada país vai apresentar as medidas interna que devem ser adotadas, as mudanças legais quando necessárias, entre outros aspectos para viabilizar o selo. No Brasil uma alternativa seria comercializar com o selo de orgânicos.
A Cotrimaio cultiva hoje soja em três modalidades: a soja orgânica, a não-transgênica e a transgênica. Seguindo uma tendência mundial vai incentivar agora a produção de uma quarta modalidade do produto. A soja responsável que surge com força no Brasil. Dalberto explica que essa modalidade pode ser cultivada a partir de qualquer uma das outras modalidades, desde que a propriedade em que é produzida, cultive outros produtos e faça o reflorestamento. “Essa soja responsável já é de alguma forma incentiva por nós (Cotrimaio), quando orientamos o produtor para que ele produza de forma diversificada”, conta Dalberto.
segunda-feira, 28 de maio de 2007
O 7 do agronegócio
Aqueles que acreditam na numerologia, e a consideram também na economia, devem estar apostando no sete como o número da sorte. Mesmo com o dólar registrando a menor cotação dos últimos anos, são muitas as notícias boas no ano de 2007 para a toda a cadeia do agronegócio.
A excelente safra, que reavivou o otimismo no campo e melhor a situação financeira dos produtores rurais, possibilitou investimentos em máquinas e equipamentos. A indústria metal-mecânica estima um crescimento entre 15 e 20% no mercado interno. Conforme especialistas do setor o índice de crescimento depende, entre outros fatores, dos créditos destinados a agricultura através do plano safra. Essa a boa noticia, que faltava para o agronegócio brasileiro, veio esta semana com o anuncio do plano safra 2007/2008.
O anúncio da liberação de R$ 12 bilhões em crédito para agricultura, com volume 20% maior que 2006/2007 representa mais recursos para serem investidos. Além disso, o governo federal está estudando a redução dos juros nas linhas de credito agrícola, que pode chegar a uma redução de 50%. Mais dinheiro e menos juros é a combinação perfeita para estimular o setor agrícola. Do montante R$ 1,8 bilhão deve ser destinado a agricultores do Rio Grande do Sul.
O aumento no valor da verba e a negociação das dividas estavam na pauta de reivindicação da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). A pressão da entidade teve peso definição do plano. Além disso, a negociação das dívidas foram as principais bandeiras do Grito da Terra Brasil 2007, em Brasília.
Mais recursos para agricultura é sinal de bons ventos para a economia da região, que tem sua base no setor primário e na indústria de máquinas. Agricultor com crédito no banco e dinheiro no bolso é tudo o a região precisa.
A excelente safra, que reavivou o otimismo no campo e melhor a situação financeira dos produtores rurais, possibilitou investimentos em máquinas e equipamentos. A indústria metal-mecânica estima um crescimento entre 15 e 20% no mercado interno. Conforme especialistas do setor o índice de crescimento depende, entre outros fatores, dos créditos destinados a agricultura através do plano safra. Essa a boa noticia, que faltava para o agronegócio brasileiro, veio esta semana com o anuncio do plano safra 2007/2008.
O anúncio da liberação de R$ 12 bilhões em crédito para agricultura, com volume 20% maior que 2006/2007 representa mais recursos para serem investidos. Além disso, o governo federal está estudando a redução dos juros nas linhas de credito agrícola, que pode chegar a uma redução de 50%. Mais dinheiro e menos juros é a combinação perfeita para estimular o setor agrícola. Do montante R$ 1,8 bilhão deve ser destinado a agricultores do Rio Grande do Sul.
O aumento no valor da verba e a negociação das dividas estavam na pauta de reivindicação da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). A pressão da entidade teve peso definição do plano. Além disso, a negociação das dívidas foram as principais bandeiras do Grito da Terra Brasil 2007, em Brasília.
Mais recursos para agricultura é sinal de bons ventos para a economia da região, que tem sua base no setor primário e na indústria de máquinas. Agricultor com crédito no banco e dinheiro no bolso é tudo o a região precisa.
Assinar:
Postagens (Atom)